segunda-feira, 25 de junho de 2018

BUDAPESTE


Dias 14,15,16 e 17 de maio

        Budapeste, a capital da Hungria, é a sexta maior cidade da União Europeia, e tem cerca de 3.200.000 habitantes na região metropolitana. Foi fundada em 1873 com a fusão de Buda e Peste, mas suas origens datam do século IX.

          Nosso voo foi via Lisboa, pela TAP, e chegamos a Budapeste por volta das 16:00 h. No aeroporto fizemos uma opção de transfer em vans para o hotel que custou 23 Euros para 4 pessoas, nós tínhamos um casal amigo conosco.

           Também no aeroporto era possível adquirir os passes de transporte para 1, 2 e 3 dias (24, 48 e 72 hs), bem como o BudaCard, um cartão que engloba o transporte público e também entrada em várias atrações (museus, castelos...) e descontos em outras). Achamos que pela nossa programação para Budapeste o BudaCard não valeria a pena.

        Ali mesmo no aeroporto adquirimos o excelente chip da Vodafone que abrangia todos os países por onde íamos passar (toda a Europa). O chip básico era de 5 GB de internet, só dados, podendo ser ativado mais 5 GB, e o preço era de 30 euros, para 30 dias. Foi esse que compramos e funcionou muito bem em todos os lugares. A cada lugar que chegávamos o 4G entrava e funcionava muito bem. Usávamos o Skype ou o Whatsapp para falarmos via voz com os demais membros do grupo. Ao final, depois de 25 dias por toda a Europa, ainda tínhamos 4GB sobrando.

      Após pesquisas, a lista do que tínhamos que ver/fazer em Budapeste era a seguinte:
  • Bairro do Castelo – várias atrações
  • Bastião dos pescadores
  • Café New York – belo café com decoração rococó
  • Castelo de Buda funicular Praça Clark Adams
  • Cruzeiro no Danúbio
  • Galeria Nacional Húngara
  • Igreja St. Estevão – concertos de órgão nas quintas-feiras
  • Igreja Mathias
  • Ilha Margarita parque
  • Jardins Varosliget – várias atrações: banhos termais, etc
  • Mercado Central – muito bom
  • Monumento da liberdade (alto Mt. Gellert)
  • Ópera húngara
  • Palácio Real
  • Parlamento – visita guiada
  • Ponte das Correntes
  • Praça dos heróis
  Como tínhamos muitas atrações espalhadas pela cidade, usando o aplicativo Sygic Travel foi possível dividi-las por área nos 3 dias que tínhamos para conhecer a cidade.

  Além dessa programação diurna, ainda tínhamos alguns programas noturnos – um show folclórico e um passeio de barco pelo Danúbio para ver a cidade à noite.

    Nos nossos deslocamentos usamos o transporte público que é muito bom – perfeita integração dos três modais: bonde, ônibus e metrô, tanto nos pontos quanto nos horários. Por meio do Google Maps víamos como faríamos para chegar ao local desejado e usávamos os meios de transporte. Nunca esperamos mais do que 5 minutos até a chegada do transporte. Compramos o ticket para 3 dias (72 horas) pelo equivalente a R$ 54,00 e assim nos deslocamos por toda a cidade.



    Nosso hotel era o Atrium Fashion, um 4 estrelas. Por fora não era atraente, mas por dentro as instalações eram modernas, os atendentes prestativos, o café da manhã bom. A localização muito boa, com transporte na porta. O quarto era um pouco pequeno, mas atendeu bem.




   Achamos Budapeste uma cidade muito bonita, limpa, com excelentes atrações, bem preparada para o turismo. A cidade tem inúmeras praças, prédios imponentes e decorados, lembrando em muito seu passado do Império Austro-Húngaro. A maioria das pessoas fala inglês. Sentimo-nos seguros andando pela cidade. Os preços são normais, nada exorbitantes.

        No dia da chegada, além de nos hospedarmos, encontramos o casal Paulo Cesar e Grace que haviam ido um dia antes para Budapeste e que iam se integrar ao grupo. Como chegamos tarde e cansados fomos apenas jantar no maravilhoso New York Café – um dos lugares mais estilosos de Budapeste, com decoração barroco-rococó, embora não seja barato.








  








     Nosso roteiro a cada dia foi:

1˚ dia:



  
  • Ponte Szabadság – liga o Monte Gellert ao Mercado; ponto de encontro popular
  • Estátua da Liberdade – oferece uma bela vista da cidade
  • Castelo de Buda – domina toda a margem do rio, no alto da colina, classificado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Já foi o lar da realeza, mas hoje abriga um complexo de museus e a Galeria Nacional Húngara.


















  • Bairro do Castelo – tem cerca de 1 km de comprimento e é a parte mais velha de Budapeste. Ao passear pelas ruas do bairro, repleto de cafés, restaurantes, é possível desfrutar a atmosfera histórica do local. Além do castelo, ali há outras atrações como a Praça da Trindade, Torre da Maria Madalena, Museu Judaico, Igreja Mathias etc.










  • Bastião dos Pescadores – um terraço panorâmico com estilos neogótico e romanesco de onde se tem uma bela vista da cidade e do rio. Há sete torres simbolizando cada tribo que veio para a Hungria no sec. IX.  No centro há um estátua do primeiro rei húngaro, Istvan.











       Aqui fizemos uma parada para o almoço no Café Panorama, que fica nas colunas do Bastião e tem uma bela vista do rio e da cidade. Fomos bem atendidos e comemos bem.



  • Igreja de Mathias – igreja gótica do sec. XV, uma atração icônica de Budapeste. As paredes são todas decoradas com pinturas e a parte predominante é o altar principal em arenito em estilo neorromânico.








  • Estátua da Santíssima Trindade – uma imponente coluna na praça de mesmo nome, datada do sec. XVIII, lembra as vidas perdidas nos dois surtos da peste negra.



  • Ponte Széchenyi Lánchid (Ponte das Correntes) – construída em 1849, toda em pedra, é um cartão-postal da cidade.









  • Praça Roosevelt – uma bela praça cercada de prédios estilosos como a academia de ciências, hotéis de luxo entre outros.






  • Jantamos na Osteria Mille Lire, um restaurante italiano com comida boa, bons preços, mas com cardápio um pouco restrito.

2˚ Dia:



  • Parque da Cidade – Varosliget – o primeiro parque público do mundo quando foi construído no sec. XIX.










  • Praça dos Heróis – Uma das praças mais importantes de Budapeste, construída em 1896 em comemoração aos 1000 anos de fundação do estado húngaro. Destaca-se  o Monumento do milênio e duas colunas idênticas com estátuas de figuras políticas húngaras, bem como estátuas de 7 chefes  que levaram o povo à base dos Cárpatos e estabeleceram a nação húngara.








  • Castelo de Vajdahunyad – apesar do seu aspecto, foi construído há apenas 100 anos numa mescla de estilos, predominando o romanesco medieval, o gótico, o renascentista e o barroco. Hoje abriga o Museu da Agricultura.









  • Termas Széchenyi – um dos maiores complexos de spa médico da Europa, com piscinas para lazer e para tratamento, e também tem terapias de massagem, vapor etc. Um prédio elegante, com vitrais no teto, lindamente decorado com estátuas gregas.






  • Museu de Belas Artes – construído no início do sec. XX, abriga a coleção de arte internacional



  • Margaret Bridge – conecta a Ilha Margarida
  • Ilha Margarida – ilha fluvial do Danúbio que funciona como área de lazer com parques. Tem vários restaurantes, quadras esportivas. É possível alugar bicicletas, quadriciclos e carros elétricos para passear na ilha.










  • À noite assistimos a um show folclórico com danças e músicas típicas bem interessante. Compramos pela internet, mas havia ofertas no hotel e pela cidade.




    • Depois do show fizemos um passeio noturno pelo Danúbio vendo os prédios iluminados. Não gostamos muito do barco pois o serviço de bordo era bem fraco e não tinha uma explicação por um guia. Mas foi bem interessante ver a cidade e seus belo prédios iluminados, em especial o Parlamento Húngaro. Nesse dia, devido à correria do show e passeio de barco, jantamos no McDonald’s da esquina do hotel.




        3˚ Dia:


        • Mercado Central – enorme mercado com bancas de vendas de artesanato, roupas e também comida. A parte superior tem roupas e artesanatos de um lado e restaurantes do outro – almoçamos lá no Fakanal, um self-service com comidas regionais. Embaixo tem barracas vendendo frutas, verduras, queijos, embutidos e muita Paprika, o tempero tradicional de lá.











        • Sapatos à margem do Danúbio – memorial junto ao Danúbio homenageando quase 4.000 cidadãos húngaros, principalmente judeus, mortos na II Guerra Mundial
        • Parlamento de Budapeste – construído em estilo neogótico no sec. XIX, está dividido em várias salas para visitação. Há visitas guiadas em várias línguas que podem ser agendadas no site. A decoração interna é belíssima e é possível ver a Santa Coroa da Hungria.











        • Ópera Estatal Húngara – lindo prédio em estilo neorrenascentista, sendo um dos principais palcos europeus.
        • À noite assistimos a um concerto de órgão + solistas na belíssima catedral de Sto. Estevão, em estilo neoclássico, com colunas em mármore e detalhes em dourado e belos afrescos.










        • Jantamos no Restaurante Dubarry, de comida húngara, às margens do Danúbio. Excelente comida, bom serviço, preço justo.

        2 comentários:

        1. Marcel Aguiar - Prof. Tênis15 de julho de 2018 às 16:42

          Pelo visto, mais uma excelente viagem.
          Vocês sempre escolhendo destinos e lugares lindos.
          Muito obrigado por sempre compartilharem as belas fotos.
          Vendo as fotos dá para se sentir como se estivesse lá um pouquinho rsrss
          Parabéns! Que venham as próximas!
          Um abraço a Jussara e em especial ao tenista e meu amigo Gilberto!

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        2. Muito bonita a cidade mesmo! A Ponte das Correntes, o castelo de Budapeste, o restaurante do jantar da primeira noite, o bastião dos pescadores... todos muitos bonitos! Gostaria de visitar.

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