quarta-feira, 11 de julho de 2018

CRACÓVIA


Dias 4 e 5 de junho

Saímos de Varsóvia com destino à Cracóvia, a segunda maior cidade e antiga capital da Polônia. A estrada era muito boa e o visual no caminho muito bonito, com algumas montanhas, lagos, fazendas e pequenas cidades, tudo muito arrumadinho.

Fizemos uma parada no Santuário de Jasna Gora em Czestochowa, um centro de peregrinação na Polônia, onde há uma imagem da Virgem Negra de Czestochowa, a quem são atribuídos milagres. Supostamente esse quadro foi pintado por São Lucas. O santuário é belíssimo e a imagem da Virgem está em uma capela ao lado da Igreja principal, toda protegida. No momento da nossa visita estava acontecendo uma missa bastante emocionante.











Ao lado da estrada encontramos alguns pontos de serviço com posto de gasolina e lanchonetes, às vezes um McDonalds ou Subway, ou seja, bem servido. Almoçamos em um desses pelo caminho.

Também fizemos uma parada no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, o maior dos campos de concentração para onde os alemães enviavam os prisioneiros para trabalho escravo e depois para extermínio. Para lá foram enviados cerca de 1.300.000 prisioneiros, dos quais 1.100.000 foram exterminados nas câmaras de gás e crematórios. Nós particularmente não queríamos visitar o campo, pois era muito deprimente, mas nossos companheiros de viagem estavam interessados. Então, enquanto eles visitavam o campo, nós tomamos um café e olhamos a lojinha no centro de visitantes ao lado. O que restou do campo fica aberto à visitação como exemplo às gerações do horror que ali aconteceu – ainda há muitos prédios de pé, mas as câmaras de gás e os fornos foram destruídos.








Continuando, fomos até a mina de sal de Wieliczka, em uma pequena cidade ao sul da Cracóvia. Mas, como já estava tarde, não fizemos a visita à mina.

Chegamos à Cracóvia ao final do dia e nos hospedamos no hotel Krakow Residence, no bairro judeu de Kazimierz. O hotel era muito bem localizado, com transporte público na porta, vários restaurantes nas imediações. O quarto era amplo, tinha frigobar, um bom banheiro. E o café da manhã era muito bom.



Saímos à noite para jantar em uma pracinha ao lado do hotel repleta de restaurantes de comida polonesa, judaica entre outros e escolhemos o Ristorante Portofino, de comida italiana, muito bom e com ótimo preço.





No dia seguinte, saímos caminhando para cumprir a nossa programação pela cidade velha – Stare Miasto e visitar a lista de atrações que tínhamos.
-        Cidade velha – Stare Miasto
-        Igrejas góticas – Corpus Christi
-        Templo barroco de S. Pedro e S. Paulo
-        Igreja S. Stanislav
-        Praça do Mercado
-        Barbakan
-        Portão S. Floriano
-        Rua Florianska 
-        Torre da Prefeitura
-        Igreja Sta. Maria
-        Catedral Wawel
-        Anel Planty – jardins que circundam o centro histórico
-        Basílica de Sta. Maria
-        Bairro judeu Kazimierz
-        Castelo Wawel

E nosso roteiro ficou assim:

Igreja de Corpus Christi – uma igreja gótica do sec. XIV, toda em pedra.







Distrito Kazimierz (Kazimierz) - O antigo distrito judaico. Endereço para muitas atrações turísticas, incluindo igrejas, sinagogas e museus.

Caverna do Dragão – ao lado do Castelo, faz parte de uma antiga lenda da Polônia. Há um enorme dragão que de tempo em tempo solta fogo pelas narinas.


Castelo Real de Wawel – situado na colina Wawel, faz parte de um complexo de prédios históricos. Hoje é um museu da realeza.




Catedral Wawel – ou Basílica Real de Santo Estanislau e Venceslau uma enorme igreja católica em estilo gótico, local de coroação dos monarcas poloneses. Ali também são sepultados os reis. Não é muito aconchegante à oração, com muitos altares espalhados no meio da igreja.



Igreja de São Pedro e São Paulo – maior igreja da Cracóvia, em estilo barroco, ricamente decorado. Ali se realizam regularmente concertos de música erudita.




Praça Principal (Rynek Glowny) – o centro da cidade e uma das maiores praças da Europa. É cercada por casas históricas e vários restaurantes. Ali se encontra a Torre Gótica remanescente da Câmara Municipal, o Cloth Hall – o mercado de artesanato, e o monumento a Adam Mickiewicz, o maior poeta polonês.







Almoçamos na praça, em um restaurante chamado “The Spaguetti”, com mesas espalhadas na praça, mas também com mesas internas, num ambiente muito agradável. Muito bom.

Basílica de Santa Maria – uma enorme igreja gótica com um lindo interior barroco.




Rua Florianska – uma rua de compras repleta de restaurantes e cafés.



Portão de São Floriano - Uma antiga parte da fortificação da Cracóvia, em uma mistura de estilos barroco e gótico.


Barbakan – Uma estrutura gótica que fazia parte de uma fortificação medieval e hoje serve de museu.



Monumento de Grunwald – Monumento à Batalha de Grunwald, que decidiu o desfecho das Guerras Polaco-Lituano-Teutônicas no sec. XV.


Depois dessa caminhada, tomamos um bonde (Tram) de volta ao nosso hotel. O transporte público da Cracóvia também é muito bom e atende muito bem à cidade.


À noite, voltamos à praça dos restaurantes e escolhemos o Pystasyl, de comida polonesa e judaica. A comida era boa, o preço também, mas o serviço extremamente demorado.



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